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O Confeiteiro
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Formado em Confeitaria/Panificação e Tecnólogo em Massas.Especialista em preparo de alimentos liofilisados humanos e animais.Perito do Glossário de Confeitaria Inglês - Português Pelo Núcleo de estudos de tradução da Universidade UNIBERO - Feiras Internacionais,FISST 2002/ FIPAN 2004/2006/4°PANCOFEST PALESTRANTE.Gestor em restaurantes. Moro em SP Capital oconfeiteiro@hotmail.com orkut Marcelo Menyon tel.(011)7245 7004 As receitas postadas neste blog são para seres humanos.9
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13.5.12
Windbeutel (Sonhos) de Chocolate
1 xícara de farinha de trigo
1 xícara (chá) de água
½ xícara de manteiga
1 colher (chá) de açúcar
1 colher (café) de sal
4 ovos
Recheio:
2 colheres (sopa) de chocolate em pó
2 colheres(sopa) de açúcar
1 colher de creme de leite batido
1 pitada de sal
Numa panela colocar a água, a manteiga, o sal e o açúcar. Deixar ferver. Juntar a farinha de trigo peneirada de uma só vez, mexendo sempre até a massa se desprender do fundo da panela. Retirar do fogo e continuar a mexer até a massa ficar macia. Deixar esfriar. Juntar os ovos um a um, misturando bem. Pingar de 10 a 12 porções de massa numa assadeira untada. Assar em forno quente, até que os sonhos fiquem dourados e crescidos (cerca de ½ hora). Tirar do forno e dar um talho de cada lado do sonho, para que não murchem. Levar novamente ao forno por mais uns 5 minutos. Deixar esfriar bem e rechear com o creme.
Recheio:
Misturar o chocolate, o açúcar e o sal. Juntar aos poucos o creme de leite batido, misturando até obter uma massa bem lisa. Deixar gelar muito bem. Colocar na batedeira e bater até o creme ficar consistente. Rechear os bolinhos na hora de servir.
posted by marcelo menyon 05:52
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1.5.12
File ao molho de ervas com catupiry
1 quilo de filé-mignon em bifes
1 colher (sopa) de cebolinha verde picada
200 gramas de catupiry
Marinar:
2 colheres (sopa) de molho de soja
1 colher (café) de alecrim seco
1 colher (sopa) de pirão de tomate
2 colher (sopa) de óleo de canola
1 colher (sopa) de salsinha picada
1 colher (sopa) de mostarda em grão
1 colher (café) de sálvia
3 dentes de alho amassados
1 cálice de conhaque
Deixar a carne marinar, na mistura, por 1 hora. Passar para um refratário, regar com o molho,
tampar parcialmente e levar ao microondas por 5 minutos em potência alta.
Retirar e deixar descansar coberta por 20 minutos.
Antes de servir espalhar por cima o Catupiry e l
eve ao microondas por 2 a 3 minutos em potência máxima.
Servir quente, polvilhado com cebolinha verde.
Regra geral para cozimento de filé-mignon e contrafilé no microondas:
Mal passado:
8 a 10 minutos - 4 a 5 minutos em potência alta e o resto em média.
Ao ponto:
10 a 12 minutos, os primeiros 5 minutos em potência alta e o resto em média.
Bem passado:
14 a 16 minutos, os primeiros 5 minutos em potência alta e os demais em média.
posted by marcelo menyon 18:53
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26.4.12
Trufas de nozes
300 gramas de nozes picadas
1 quilo de chocolate ao leite
300 gramas de chocolate meio amargo
1 lata de creme de leite morno
2 medidas de conhaque, ou rum ou kirsch
Derreta os chocolates em banho-maria.
Deixe esfriar. Misture todos os ingredientes e deixe repousar 24 horas para moldar as trufas, envolva-as em chocolate em pó.
posted by marcelo menyon 18:26
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14.4.12
Creme Belga
1 colher (sopa) de amido de milho
5 colheres (sobremesa) de açúcar
1 colher (sopa) de manteiga
30 gramas de gelatina de morango
300 gramas de morango
1 pacote de natas
2 latas de leite
leite condensado
200 ml de água
3 gemas
Começar por dissolver a gelatina em 50 ml de água morna e reservar.
Misturar o leite condensado, o leite (tomar por medida a lata de leite condensado),
as gemas, o amido, a manteiga e levar ao fogo,
mexendo sempre, até obter um creme.
Colocar num pirex transparente e reservar.
Cortar os morangos em pedaços e misturar com a água e o açúcar.
Levar ao fogo e deixar ferver até obter uma calda consistente.
Resfriar e colocar por cima do creme.
Bater as natas em chantilly e misturar à gelatina (que já deverá estar fria).
Colocar por cima do morango, formando a última camada do doce.
Decorar com morangos e levar a geladeira.
posted by marcelo menyon 08:21
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13.4.12
Sopa de maçã com mel e canela
3 COLHERES (sobremesa) de mel
Tigela de água com suco de 1 limão
2 pedaços de 5 cm canela
400 ml de água
Chantilly
Descascar e cortar as maçãs em 8 pedaços (gomos).
Colocar na água com limão. Reservar.
Em uma panela, colocar a água, mel e canela.
Ferver por 20 minutos.
Adicionar as maçãs e cozinhar até ficarem macias.
Servir com chantilly.
posted by marcelo menyon 17:04
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7.4.12
Por Oscar Neto | Fotos: Diana Freixo | Produtora: Marly Arnaud |
Criação e Execução: Marcelo Menyon
RECEITAS COLOMBAS EDITORA ON LINE
posted by marcelo menyon 09:41
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4.4.12
Creme de Chocolate Branco
Ingredientes
1 gema
4 colheres (sopa) de amido de milho
1 barra de 200 gramas de chocolate branco
½ litro de leite
1 colher (sopa) de manteiga sem sal
1 lata de leite condensado
1 colher (chá) de essência de baunilha
1 lata de creme de leite gelado com soro
Modo de Preparo
Coloque a gema, o amido de milho e dissolva com um pouco de leite numa panela, junte o restante do leite, a manteiga e o leite condensado.
Leve ao fogo e mexa até engrossar. Coloque o chocolate branco picado e dissolva.
Retire da panela coloque na batedeira e acrescente a essência de baunilha, o creme de leite gelado, batendo até ficar um creme homogêneo.
posted by marcelo menyon 09:23
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30.3.12
MINHAS RECEITAS DE PATÊ NA REVISTA FAÇA FÁCIL N 45
posted by marcelo menyon 18:31
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23.3.12
Alunos do curso de gastronomia de Salto, SP, vão estagiar na França
Seis estudantes são da região de Sorocaba e Jundiaí (SP).
O estágio pode chegar a nove meses.
Um grupo de alunos do curso de gastronomia de uma faculdade de Salto (SP) se prepara para completar os estudos no berço da culinária mundial: a França. Essa migração dos estudantes é realizada desde 2008. Neste ano serão 14 alunos, sendo que os três primeiros embarcam já no próximo domingo (25).
O grupo é bastante heterogêneo, reunindo alunos entre 19 e 53 anos de idade que moram em 12 cidades diferentes. Na região de Sorocaba e Jundiaí, Iperó (SP) Mairinque (SP), Salto ,Itu (SP),
O estágio tem duração que varia entre seis e nove meses e os alunos, que além das aulas regulares estudaram o idioma francês, vão refinar as técnicas aprendidas no curso nos restaurantes da rede Relais & Châteaux, uma cadeia de hotéis de luxo administrados individualmente e presente em 60 países. O grupo é conhecido por seus padrões de admissão extremamente rigorosos.
Para Celso Lex Engel, responsável pela intermediação dos estágios, a cada ano o desempenho dos alunos melhora. “As dificuldades em uma cozinha de nível na França são muito grandes, mas cada vez mais os alunos mostram uma visão muito objetiva e profissional de sua futura carreira. Aqueles que são selecionados para os estágios estão muito bem preparados para encarar os desafios, que são muitos”, aponta.
Fonte G1
posted by marcelo menyon 08:56
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19.3.12
Brigadeiro (doce brasileiro)
Brigadeiro (chamado de negrinho no Rio Grande do Sul) é um doce típico da culinária brasileira, criado na década de 1940. É comum em todo o país e está presente em praticamente todas as festas de aniversário, junto com o cajuzinho e o beijinho.
Os ingredientes do brigadeiro são leite condensado, chocolate em pó, manteiga e chocolate granulado para a cobertura. Pode ser feito tanto no fogão quanto no forno de microondas.
O nome do doce é uma homenagem ao brigadeiro Eduardo Gomes[2], liberal, de físico avantajado e boa aparência. Nos anos de 1946 e 1950, o militar se candidatou à presidência da República pela UDN. O candidato conquistou um grupo de fãs do Pacaembu, bairro de São Paulo, que organizaram festas para promover sua candidatura.
O doce foi criado durante a primeira campanha do candidato à presidência, pela conservadora UDN, logo após a queda de Getúlio Vargas. A guloseima feita de leite, ovos, manteiga, açúcar e chocolate tanto agradou que, numa das festas de campanha, foi feito o doce para arrecadar fundos. Há outras versões bastante similares a essa sobre a origem do nome do doce: mulheres do Rio de Janeiro, engajadas na candidatura de Gomes, faziam "negrinhos" que vendiam para ajudar o fundo de campanha; outros diziam que Heloísa Nabuco, de tradicional família carioca que apoiava o brigadeiro, criou um tipo de doce, ligeiramente diferente da versão atual, e o denominou com a patente do candidato preferido.
Como as festas dos correligionários e cabos eleitorais eram muito disputadas pela população, estes logo começaram a chamar os amigos para irem comer o "docinho do Brigadeiro". Com o tempo o nome de "brigadeiro" acabou sendo dado ao doce (mais tarde feito com leite condensado). Apesar do apoio recebido, a eleição foi vencida pelo então general Eurico Gaspar Dutra
Wikipédia, a enciclopédia livre
posted by marcelo menyon 06:59
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17.3.12
O mundo sabe que o solo brasileiro é um dos mais ricos do mundo pela sua diversidade,
pesquiso deste 2003 não faço mais que minha obrigação em conhecer o meu território o meu pais, coloco aqui um pouco da pesquisa que faço e aproveitem!
REGIÃO CENTRO-OESTE
Originária do cerrado brasileiro, a planta forma uma touceira de até 70 cm de altura. O abacaxi do cerrado é digno de admiração, tanto pelo delicado colorido avermelhado quanto pelo arranjo em forma de espiga, bastante adensada.
Também é conhecido pelo nome de ananás ou ananaí, de grande valor para as populações que vivem próximas ao cerrado. Vista a beleza de suas flores, o fruto é largamente consumido naturalmente ou na forma de geléias, doces, compotas e sucos refrescantes. Pode ser ainda utilizado na fabricação de licores. Os frutos surgem de agosto a novembro. Sua distribuição geográfica é ampla: abrange os estados do Amapá, Rondônia, Centro-Oeste, Minas Gerais e São Paulo.
Baru
O baruzeiro (Dipteryx alata Vog) é uma planta leguminosa arbórea nativa do cerrado. Seus frutos amadurecem entre setembro e outubro. Contém uma castanha com sabor delicado e agradável, conhecida como Castanha de Baru. Quando torrada, tem sabor semelhante ao amendoim ou castanha de caju. Tem valor nutricional alto e contém cerca de 26% de proteínas. Pode ser consumido inteiro ou usado no preparo de receitas de doces típicos, como o pé-de-moleque e paçoquinha, ambos com rapadura, leite condensado e castanhas torradas.
REGIÃO SUDESTE
Jambolão
O jambolão (Syzygium cumini Lamarck) também é conhecido como Jamelão. Originário da Índia, o jambolão adaptou-se muito bem às condições de solo e clima do Brasil, tornando-se espécie subespontânea na região Nordeste. A árvore frondosa produz pequenos frutos ovóides, que são roxos quando maduros, parecidos com uma azeitona. O sabor é suave, sem aroma característico forte, embora um pouco adstringente ao paladar.
Na Índia, além de ser consumida in natura, a polpa do jambolão também é utilizada na produção de doces e tortas. O chá das folhas e das sementes da espécie também é muito conhecido na medicina popular indiana. No Brasil, artigo publicado na Revista da Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos, em 2006, avaliou a produção da geléia de jambolão. A geléia mostrou-se apreciada, após análise de aceitação sensorial por 50 provadores que se manifestaram positivamente nos atributos analisados. O atributo 'cor' foi o que mais agradou aos provadores, já que o processamento não destruiu a antocianina presente na fruta. Segundo os autores, a produção da geléia de jambolão mostrou-se viável, principalmente para o pequeno produtor.
Sapucaia
A sapucaia também tem nomes populares, como castanha-sapucaia, cabeça de macaco ou cumbuca de macaco (Lecythis ollaria ou L. pisonis). É uma árvore brasileira da família das lecitidáceas. Sua semente é chamada castanha-de-sapucaia. A sapucaia é uma árvore característica da floresta pluvial atlântica, ocorrendo desde o Ceará até o Rio de Janeiro, particularmente frequente no sul da Bahia e no norte do Espírito do Santo. Também pode ser encontrada em estado nativo na região Amazônica.
A palavra sapucaia tem origem tupi, ainda que existam diferenças nas propostas etimológicas: ou resulta da união dos elementos sa, puca e ia (respectivamente: olho - que se abre - cabaça) - já que ao abrir-se o opérculo do fruto (que é um pixídio) parece que se vê um olho. Por outro lado, há quem considere que a palavra tem origem na palavra tupi para galinha (elemento de troca entre índios e portugueses, no início da colonização, que as trocavam pelas sementes do fruto - castanhas). Quando maduros abrem-se na porção inferior, através de uma característica tampa, liberando as sementes (castanhas), comestíveis e saborosas. As castanhas da sapucaia podem ser consumidas cruas, cozidas ou assadas, podendo substituir, em igualdade de condições, as conhecidas castanhas, nozes e amêndoas européias.
REGIÃO NORTE
Camu-camu
Nomes populares: caçari, araçá d´água .
Período de safra: novembro a março.
O camu-camu é um fruto arredondado, de cor avermelhada quando jovem e roxa escura quando maduro. Sua polpa é aquosa e esverdeada, e sua casca é resistente como a jabuticaba: ao se romper, deixa escapar o caldo da polpa.
O camu-camu é rico em vitamina C, e pode ser utilizado para o preparo de refrescos, sorvetes, picolés, geléias, doces ou licores, além de acrescentar sabor e cor a tortas e sobremesas confeccionadas à base de outras frutas.
Pupunha
Período de safra: de janeiro a março.
A pupunheira dá um fruto em cachos, que pode ser arredondado ou cônico, e de várias cores: vermelha, amarela, alaranjada e até mesmo verde.
Geralmente, a pupunha é consumida cozida, servida no lanche ou com café, com mel, açúcar ou ao natural. Fruta de excelente valor energético e elevado teor de vitamina A, a pupunha também pode ser utilizada para produção de farinha, para o preparo de diversas receitas culinárias.
Por apresentar um palmito de excelente qualidade, a pupunheira vem plantada em larga escala na Amazônia.
No Amapá, a pupunha está sendo incluída nos cardápios escolares, no preparo de mingaus ou misturadas em pratos salgados, apresentando boa aceitação por parte das crianças, e ajudando a combater e prevenir a carência de vitamina A, que é um problema de saúde pública no Brasil. Mas além de vitamina A, a pupunha é uma das maiores fontes de selênio, que atua na prevenção de câncer.
REGIÃO NORDESTE
Fruta-pão
Existem duas variedades desta fruta: uma tem sementes, outra não (esta última mais conhecida). O fruto é redondo e grande, chega a pesar mais de 2 kg.
A polpa é amarela, aromática e doce. Pode ser cozido ou assado e consumido como substituto do pão. Da outra variedade, apenas as sementes são usadas como alimento.
É rica em energia, carboidratos, água, vit. B1, B2, C, cálcio, fósforo, ferro e tem baixo teor de gorduras. Industrialmente a polpa foi aproveitada como fruta seca e farinha panificável. Em uso caseiro a polpa - quase madura - pode ser cozida, assada ou transformada em purê.
Sorgo
Essa leguminosa tem recebido atenção das instituições responsáveis pelo desenvolvimento agrícola do Nordeste. Na culinária brasileira é preparado em forma de farinha.
No nordeste já está substituindo o milho na culinária em bolos, biscoitos, pães, pudins, sorvetes, cuscuz, angu, pamonha, empadas, pastéis.
Estourado como o milho, dá uma excelente pipoca!
Umbu
Nomes Populares: imbu, ambu.
O umbu é um dos alimentos mais presentes nos quintais e terrenos do semi-árido nordestino. Apresenta casca fina, com um único caroço, e cor verde clara mesmo quando maduro. Possui um sabor adocicado porém ácido, e é bastante consumido in natura, mas também apreciado na forma de sucos, cremosos ou não.Atualmente, já é possível encontrar em supermercados a polpa do umbu congelada!
Marcelo Menyyon
Cozinheiro
Fontes:
Ministério da Saúde
Fonte: Tânia da Silveira Agostini-Costa.Dijalma Barbosa da Silva
Dados para citação bibliográfica (ABNT):
AGOSTINI-COSTA, T.S.; SILVA, D.B. da Jambolão: a cor da saúde. 2008.
posted by marcelo menyon 07:36
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14.3.12
Minha responsabilidade e sua de cobrar melhores condições no setor de alimentos.
Origens do Haccp
O sistema HACCP foi desenvolvido pela Pillsbury Company, em resposta aos requisitos de inocuidade impostos pela NASA, em 1959, para os alimentos espaciais produzidos para seus primeiros vôos tripulados. A NASA tinha então duas preocupações principais. A primeira se relacionava com os problemas que poderiam ocorrer com partículas de alimentos- migalhas - flutuando na cápsula espacial em condições de gravidade zero (a preocupação estava relacionada com possíveis interferências nos sofisticados circuitos eletrônicos). A segunda preocupação dizia respeito à inocuidade dos alimentos que seriam consumidos pelos astronautas: em nenhuma hipótese esse alimento poderia conter microrganismos patogênicos ou suas toxinas, já que um caso de diarréia em uma cápsula espacial teria conseqüências catastróficas.
A primeira preocupação, as migalhas de alimentos em gravidade zero, foi superada com o desenvolvimento de alimentos que podiam ser consumidos de uma só vez e com o uso de envoltórios comestíveis, especialmente formulados para manter o alimento unido. Além disso, vários tipos de embalagem, altamente especializada, foram utilizadas para minimizar a exposição dos alimentos durante o período de estocagem. A amostragem do produto final, para poder se estabelecer com segurança a qualidade microbiológica de cada lote de alimento espacial, provou não ser prática, senão impossível Tal comprovação foi verificada pelo Dr. Howard Bauman, o cientista que coordenou a equipe de desenvolvimento do HACCP na Pillsbury. A respeito do assunto, o Dr Bauman disse:
Nós comprovamos que, se usássemos métodos tradicionais de controle de qualidade, nunca poderíamos estar seguros da inexistência de um problema. Isto nos levou a questionar o sistema de controle de qualidade das indústrias Pillsbury... Se tivéssemos que realizar uma grande quantidade de provas destrutivas para chegar à conclusão de que o produto é viável para consumo, quanto estaria perdendo em virtude desses aspectos de inocuidade, tão somente por estar analisando os produtos terminados?.
Nossa conclusão, depois de realizar uma avaliação bastante extensa, foi que única maneira determos êxito seria mediante o estabelecimento controles em todo o processo, tanto na matéria-prima, como no processamento, no ambiente, e nos operários envolvidos¿.
Para melhor entendimento da pouca praticidade da amostragem do produto final e das provas destrutivas que se utilizam para assegurar a qualidade microbiológica dos alimentos, consideremos a seguinte hipótese: um lote de alimento se apresenta contaminado por Salmonella, à razão de 1 em cada 1.000 unidades de produto (estimação de defeito = 0,1%); um plano de amostragem que indica a análise de 60 unidades do lote, teria uma probabilidade de mais que 94% de aprovar o lote e perder (deixar passar) as unidades contaminadas por Salmonella.
Além da evidência estatística de que esse plano de amostragem não seria efetivo para detectar o produto contaminado, a realidade é que nenhuma empresa teria custeado uma prova que exigisse a destruição de 60 unidades de cada lote de produto, para evidenciar a presença de Salmonella. Assim, foi necessário desenvolver uma abordagem alternativa , para que se pudesse obter o nível de garantia exigido pela NASA para os alimentos destinados ao programa espacial.
A princípio, o grupo do Dr. Howard Bauman pensou em utilizar o ¿Programa de Zero Defeitos¿ que havia sedo desenvolvido para testar o equipamento o utilizado no programa espacial. Esse programa utilizava uma séria de provas não destrutivas para garantir que o mesmo funcionaria adequadamente. Entretanto, logo se chegou à conclusão que o mesmo não era apropriado para ser adaptado aos alimentos, se bem que as provas pudessem ser aplicadas repetidamente em cada unidade do equipamento.
Após vários ensaios, o grupo adaptou o conceito ¿Modos de Falha¿ que havia sido desenvolvido pelos Laboratórios Nacionais do Exército dos Estados Unidos da América. Esse conceito se baseia na obtenção de conhecimento e experiência relativos à produção e/ou processamento do alimento, para predizer o que poderia falhar, ou seja, quais seriam os ¿perigos potenciais¿, onde e em parte do processo essa falha poderia ocorrer. Assim, com base nesse tipo de análise de perigos, associada com os fatores de risco específicos de um processo ou produto, foi possível; selecionar os pontos onde medidas pudessem ser tomadas, ou observações pudessem ser realizadas, para verificar se o processo havia ou não sido controlado. Se ficasse demonstrado que o processo estava fora de controle, havia uma grande possibilidade de ocorrer algum problema com a inocuidade do alimento que se estava produzindo. Esses pontos, identificados ao longo do processo de produção, tornaram-se conhecidos como Pontos Críticos de Controle. Assim, o HACCP foi desenvolvido para ser aplicado aos fatores associados com a matéria-prima, ingredientes, processo de produção, processamento e outros, para prevenir a ocorrência dos perigos e assim, poder garantir a inocuidade final dos alimentos.
O sistema Haccp original
O conceito HACCP foi apresentado ao público pela primeira vez durante a Conferência Nacional sobre Proteção dos Alimentos, em 1971. O sistema inicial consistia de três princípios.
1. A identificação e avaliação dos perigos associados com a criação/comercialização/abate/industrialização/distribuição.
2. A determinação dos pontos críticos para controlar qualquer perigo identificado.
3. O estabelecimento de sistemas para monitor os pontos críticos de controle.Além desses três princípios, se identificava o PCC como o ponto, no processo de fabricação de um alimento, cuja perda de controle pode resultar um perigo inaceitável para a inocuidade.A natureza preventiva de sistema HACCP se evidência, quando os princípios acima são assim descritos:Identificar qualquer problema relacionado com inocuidade e que esteja vinculado à cadeia produtiva de alimentos.Determinar os fatores específicos que precisam ser controlados para evitar problemas, antes que eles ocorram.Estabelecer sistemas que possam medir e documentar se esses fatores estão sendo controlados adequadamente.
Primeiros Usos Do Haccp
A princípio, houve um grande interesse neste novo enfoque para a inocuidade dos alimentos. A Administração de Alimentos e Medicamentos do Estados Unidos da América (U.S. Food and Drug Administration) começou a treinar seus inspetores na aplicação do HACCP, e determinou a realização de inspeções especiais em estabelecimentos produtores de alimentos, utilizando a nova metodologia. O assunto foi ainda discutido em várias reuniões científicas no território americano, incluindo um simpósio especial durante a reunião anual de 1974, do Instituto de Tecnólogos de Alimentos (IFT).Durante a década de 1970, a FDA elaborou um regulamento para os alimentos enlatados de baixa acidez ou acidificados. Se bem é verdade que a sigla HACCP não aparece nesse regulamento, é evidente que o mesmo foi elaborado com base em seus conceitos.
Depois desse grande interesse inicial pelo assunto, o tema HACCP saiu de evidência. Enquanto a descrição dos princípios HACCP é relativamente breve, o desenvolvimento de um plano HACCP não é nada simples, já que sua implantação demanda um tempo considerável, além de habilidade e conhecimentos científicos e industriais específicos. Por essas razões, com exceção de umas poucas indústrias de grande porte, e da exigência regulamentar da FDA na aplicação de seus princípios para o controle das conservas enlatadas de baixa acidez e/ou acidificadas, o HACCP não foi adotado pela grande maioria da indústria de alimentos.
O interesse pelo tema voltou a incrementar em 1985, quando o Comitê de Proteção de Alimentos da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos da América (National Academy of Sciences, NAS), publicou um relatório sobre critérios microbiológicos. Esse relatório foi o resultado de um estudo encomendado por várias agências governamentais, responsáveis pela inocuidade dos alimentos e, se bem encomenda das agências dizia respeito apenas ao estabelecimento de critérios microbiológicos para os alimentos, o relatório final fazia apologia ao HACCP. Nele, o Comitê de Proteção de Alimentos recomendava à agências federais de controle e às industrias processadoras de alimentos, que utilizassem o HACCP, já que esse era o meio mais eficiente e efetivo para garantir a inocuidade dos alimentos.
As recomendações contidas no relatório da NAS, em 1985, motivaram a formação de um comitê composto principalmente por microbiologistas de alimentos, que constituíram um painel de especialistas para assessorar os Secretários (Ministros) da Agricultura, Saúde, Comércio e Defesa dos Estados Unidos da América.Esse comitê reuniu-se pela primeira vez em 1988 e foi designado com o nome de Comitê Nacional de Assessoria em Critérios Microbiológicos para Alimentos (National Advisory Committee on Microbiological Criteria for Foods, NACMCF). Parte da missão do NACMCF era motivar a adoção do enfoque HACCP para a inocuidade dos alimentos. Em suas primeiras reuniões e discussões, se evidenciou que os membros do comitê possuíam variadas opiniões sobre o assunto, muitas delas divergentes entre si. Por essa razão, se fez necessária a criação de um grupo HACCP para estudar detalhadamente o assunto, a fim de fazer recomendações ao NACMCF.
Referências Bibliográficas
STEVENSON, K. E.; BERNARD, D.T. HACCP. Establishing Hazarrd Analysis Cristical Control Point Programs: A workshop manual. 2and. Washington, D.C. Ed. The Food processors Institute. 1995.
UNITED STATES OF AMERICA. Food Safety from Farm to Table: A National Food Safety Initiative. A Report to the Presented presented by Secretary of Agriculture, Secretary of Health and Human Services and Administrator of Environmental Protection Agency Wash
Autor: marcelo menyon
Fonte: Guia para elaboração do plano APPCC. CNI/SENAI/SEBRAE
posted by marcelo menyon 08:59
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8.3.12
POEMA CELTA
As mulheres de origem Celta eram criadas tão livremente como os homens.
A elas era dado o direito de escolherem seus parceiros e nunca poderiam ser forçadas a uma relação que não queriam.
Eram ensinadas a trabalharem para que pudessem garantir seu sustento, bem como eram excelentes amantes, donas de casas e mães.
A primeira lição era: "Ama teu homem e o segue, mas somente se ambos representarem um para o outro: amor, companheirismo e amizade."
Jamais permita...
Jamais permita que algum homem a escravize: você nasceu livre para amar, e não para ser escrava.
Jamais permita que o seu coração sofra em nome do amor. Amar é um ato de felicidade, por que sofrer?
Jamais permita que seus olhos derramem lágrimas por alguém que nunca fará você sorrir!
Jamais permita que o uso de seu próprio corpo seja cerceado.
Saiba que o corpo é a moradia do espírito, por que mantê-lo aprisionado?
Jamais se permita ficar horas esperando por alguém que nunca virá, mesmo tendo prometido!
Jamais permita que o seu nome seja pronunciado em vão por um homem cujo nome você sequer sabe!
Jamais permita que o seu tempo seja desperdiçado com alguém que nunca terá tempo para você!
Jamais permita ouvir grito em seus ouvidos.
O amor é o único que pode falar mais alto!
Jamais permita que paixões desenfreadas transportem você de um mundo real para outro que nunca existiu!
Jamais permita que os outros sonhos se misturem aos seus, fazendo-os virar um grande pesadelo!
Jamais acredite que alguém possa voltar quando nunca esteve presente!
Jamais permita que seu útero gere um filho que nunca terá um pai!
Jamais permita viver na dependência de um homem como se você tivesse nascido inválida!
Jamais se ponha linda e maravilhosa a fim de esperar por um homem que não tenha olhos para admirá-la!
Jamais permita que seus pés caminhem em direção a um homem que só vive fugindo de você!
Jamais permita que a dor, a tristeza, a solidão, o ódio, o ressentimento, o ciúme, o remorso e tudo aquilo que possa tirar o brilho dos seus olhos a dominem,
fazendo arrefecer a força que existe dentro de você!
E, sobretudo, jamais permita que você mesma perca a dignidade de ser MULHER!!!
FELIZ DIA!!!!
posted by marcelo menyon 08:00
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6.3.12
Vinhos!
REGIÕES VINÍCOLAS DA FRANÇA
Nenhum país possui tantos vinhos de excepcional qualidade. Ela possui cerca de uma dezena de grandes regiões vinícolas demarcadas de maior destaque, algumas delas subdivididas em até mais de vinte regiões menores. Bordeaux é, sem dúvida, a região vinícola francesa que mais se destaca por possuir o maior número de vinhos excepcionais (os famosos Grand Cru, Premier Cru, Deuxième Cru, etc.) muitos deles atingindo preços estra-tosféricos.
Suas sub-regiões mais importantes são Médoc, Graves, Pomerol e Saint Emilion para os tintos, e Sauternes-Barsac, para os brancos.
Bourgogne é a segunda região mais importante e possui sub-regiões, das quais as mais famosas são: Côtes de Beaunne, Côte de Nuits, Côte Chalonnaise, Mâconnais e Beaujolais.
Outras regiões de destaque são: Champagne, berço dos maravilhosos espumantes; Alsace, conhecida pelos seus brancos semelhantes aos alemães; Val de Loire, famosa pelos seus rosés e brancos; Côtes du Rhône, com as suas sub-regiões Hermitage, Crozes-Hermitage e Châteauneuf-du-Pape com excelentes tintos.
Provence, Languedoc, Roussillon e outras regiões completam a incrível legião de vinhos franceses de qualidade.
Além dos vinhos dessas regiões demarcadas, existe ainda uma enorme quantidade de vinhos regionais menores (os vins de pays) e os vinhos de mesa de qualidade inferior (os vins de table).
Perdidos nesse mar de vinhos, para conhecermos verdadeiramente os vinhos da França não nos resta alternativa senão provar alguns representantes de cada uma das suas regiões. Só assim é possível compreender a diversidade e a complexidade dos vinhos francêses alguns dos quais nos garantirão, seguramente, uma vida mais alegre e uma morte amena.não nos resta alternativa senão a de provar alguns representantes de cada uma dessas regiões.
OS NÍVEIS DE QUALIDADE DOS VINHOS FRANCESES
VIN DE TABLE - Vinho de mesaConstituem a maior parcela de vinhos da França: 55% da produção total. No entanto, são os vinhos de menor qualidade e não podem conter no rótulo o nome de nenhuma região, sub-região ou vinhedo específico, mas apenas a expressão Vin de France.
VIN DE PAYS - Vinhos da Terra ou da RegiãoSão de qualidade superior aos Vin de Table, elaborados segundo regras bem restritas e provenientes de regiões não AOC pequenas, como departamentos ou províncias, distritos, comunas ou cidades, dos quais recebem a denominação. Existem 95 diferentes regiões de vin de pays espalhadas por todo o país, mas a maioria (85%) é proveniente do sul do país, especialmente a região da costa mediterrânea, denominada Midi. Correspondem aproximadamente a 15% da produção total dos vinhos francêses.
APELLATION DE ORIGINE VIN DÉLIMITÉ DE QUALITÉ SUPÉRIEURE (A.O.V.D.Q.S.)Vinhos Delimitados de Qualidade Superior Provêm de regiões vinícolas também delimitadas, mas de menor prestígio do que as AOC Constituem o segundo grau na hierarquia de qualidade e representam 1% dos vinhos francêses.
APELLATION DE ORIGINE CONTRÔLÉE (A.O.C.)Vinhos de Denominação de Origem ControladaSão os vinhos de melhor qualidade, provenientes de regiões delimitadas, denominadas AOC, dentro das quais existem sub-regiões também AOC, cada uma com sua classificação hierárquica para seus vinhos. Existem cerca de 400 AOC e delas provêm os melhores vinhos da França que, no entanto, correspondem a apenas 29% da produção total do país Algumas das mais de 400 A.O.C. utilizam a denominação Cru para os seus melhores vinhos. Os melhores exemplos são o Grand Cru, Premier Cru, Deuxième Cru, etc. e o Cru Bourgeois, em Bordeaux, e o Premier Cru, Grand Cru e o Grand Vin na Bourgogne.
OUTRAS DENOMINAÇÕES USADAS PARA OS VINHOS FRANCESES VINS MOUSSEUX ou CRÉMANTS - Vinhos espumantes, como o Champagne. Geralmente os Crémants possuem menos espuma do que os Mousseux.
VINS PETILLANTS - Vinhos artificialmente espumantes, isto é, gaseificados depois de prontos.
VINS DOUX NATURELS (VINS LIQUOREUX) - Vinhos de sobremesa, doces, cujo açúcar é natural das uvas muito maduras ou mesmo passificadas e extremamente ricas em açúcar. A fermentação não chega a transformar em álcooltodo esse açúcar que, então, permanece no vinho.
VINS DE LIQUEUR - Vinhos fortificados, isto é, mais fortes, com maior teor de álcool que foi adicionado durante ou depois da fermentação.
posted by marcelo menyon 20:10
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4.3.12
Cordon Bleu
225 gramas de manteiga
6 fatias de queijo Emmental
12 escalopes de vitela
6 fatias de fiambre
folhas de louro
4 ovos
pão ralado
pimenta
farinha
sal
Temperar os escalopes com sal e pimenta e as folhas de louro partidas.
Deixar tomar o gosto por nunca menos que 20 minutos. Retirar as folhas de louro.
Separar 6 deles e colocar sobre cada um uma fatia de queijo e outra de fiambre.
Sobrecolocar os restantes escalopes e prender as extremidades com palitos de madeira.
Passar de seguida por farinha, depois pelos ovos batidos, e finalmente pelo pão ralado.
Pressionar um pouco para que o pão adira bem à carne.
Fritar na manteiga sem deixar queimar. Retirar e deixar escorrer sobre papel absorvente.
Servir com folhas de alface e com arroz ou algum tipo de massa.
posted by marcelo menyon 18:42
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26.2.12
Del 3 al 7 de marzo de 2012 se llevará a cabo en París, EUROPAIN 2012, el Salón Internacional de los Profesionales en Panadería y Pastelería.
Este evento, fuente de inspiración excepcional para los profesionales de la panadería y de la restauración de todo el mundo, espera 1.000 expositores y más de 85.000 visitantes. Mostrará las más sofisticadas tendencias del mercado internacional en materias primas, productos, maquinaria y equipos para los oficios de la panadería, pastelería, heladería, chocolatería, galletería y confitería
posted by marcelo menyon 07:18
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23.2.12
O blog oconfeiteiro comemora 10 anos!!!
posted by marcelo menyon 21:26
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9.2.12
O Bellini é o histórico coquetel long drink de Veneza.( Champagne ou Espumante) e polpa de suco de pêssego batida.
O Bellini foi inventado entre os anos de 1934 e 1948 por Giuseppe Cipriani, bartender chefe do Harry’s Bar.
Por causa da cor rosada que lembrou a Cipriani a cor da bata de um santo de um quadro do pintor Giovanni Bellini, ele nominou o coquetel Bellini.
O drink tornou-se uma especialidade sazonal do Harry’s Bar de Veneza.
Sucessivamente tornou-se muito popular também na sede do Harry’s Bar de Nova York.
Depois que um empresário francês instalou uma rota comercial para transportar polpa de pêssego branco entre as duas localidades,
o coquetel tornou-se um clássico.
O Bellini é um dos coqueteis oficiais da Associação Internacional dos Bartenders,
isso indica a popularidade e o fato de ser muito conhecido entre os bartenders.
Preparo:
O Bellini consiste em polpa de suco de pêssego com Espumante.
A receita original da época é feita com um pouco de suco de cereja ou framboesa para dar ao drink uma cor rosada.
O Bellini vem servido na flute ou em um copo de martini.
Por causa da difusão não muito vasta do pêssego branco e do Espumante, existe numerosas variantes.
O uso de pêssego amarelo ou simplesmente de suco de pêssego e contemplado, especialmente quando não é estação de pêssego branco.
Outros sucos e também outros licores com sabor de pêssego algumas vezes são usados no lugar da polpa de suco de pêssego branco.
Ingredientes:
7/10 Espumante; 3/10 de polpa de suco de pêssego batida
Modo de preparo: se prepara diretamente na taça a flûte.
posted by marcelo menyon 22:46
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