O Confeiteiro
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Formado em Confeitaria/Panificação e Tecnólogo em Massas.Especialista em preparo de alimentos liofilisados humanos e animais.Perito do Glossário de Confeitaria Inglês - Português Pelo Núcleo de estudos de tradução da Universidade UNIBERO - Feiras Internacionais,FISST 2002/ FIPAN 2004/2006/4°PANCOFEST PALESTRANTE.Gestor em restaurantes. Moro em SP Capital oconfeiteiro@hotmail.com orkut Marcelo Menyon tel.(011)7245 7004 As receitas postadas neste blog são para seres humanos.9

26.1.12
Kiwi com copa

Ingredientes:

4 kiwis
200 g de copa fatiada

Modo de preparo:

Descasque os kiwis e fatie-os em rodelas ligeiramente espessas.
Então, em um prato, intercale uma fatia de copa enrolada e outra de kiwi, formando uma sequência.


Texto: Oscar Neto | Fotos: Camila Calicchio |
Produção: Marly Arnaud | Criação e execução: Marcelo Menyon


posted by marcelo menyon 20:30
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17.1.12
Espeto de melão com presunto
Rendimento: 5 espetos
Tempo de Preparo: 10 minutos
Custo da receita: R$ 10

Ingredientes:
• 200 g de melão
• 200 g de presunto
• cereja em calda para decorar


Modo de preparo:
Corte o melão e o presunto em pequenos cubos ou cilindros.
Em seguida, em pequenos espetos, intercale os cubos de cada ingrediente.
Decore com cereja em calda.
Texto: Oscar Neto | Fotos: Camila Calicchio | Produção: Marly Arnaud | Criação e execução: Marcelo Menyon


posted by marcelo menyon 21:04
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10.1.12
Uva verde recheada com queijo gorgonzola

Ingredientes:

300 g de queijo gorgonzola
200 g de uvas verdes sem caroço

Modo de preparo:

Coloque o queijo gorgonzola em uma travessa e mexa até que vire uma pasta homogênea.
Em seguida, corte as uvas ao meio e complete-as com o recheio de queijo. Sirva em seguida.

Texto: Oscar Neto | Fotos: Camila Calicchio | Produção: Marly Arnaud | Criação e execução: Marcelo Menyon


posted by marcelo menyon 21:15
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9.1.12
Damasco recheado com cream cheese

Ingredientes:

400 g de damascos secos
100 g de cream cheese
2 maços de folhas de hortelã picadas
folhas de hortelã para decorar

Modo de preparo:

Pique a hortelã e bata-a no liquidificador com o cream cheese até obter uma pasta. Feito isso, corte os damascos ao meio no sentido transversal e complete-os com o recheio. Decore com as folhas de hortelã.

Texto: Oscar Neto | Fotos: Camila Calicchio | Produção: Marly Arnaud | Criação e execução: Marcelo Menyon


posted by marcelo menyon 20:29
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2.1.12
Canapés de queijo brie com geleia de frutas vermelhas

Ingredientes:
• 200 g de queijo brie
• 180 g de pão tipo sueco cortado em fatias
• 200 g de geleia de frutas vermelhas

Modo de preparo:
Corte pedaços pequenos de queijo brie e disponha um pedaço em cada fatia de pão tipo sueco. Feito isso, adicione uma gota de geleia de frutas vermelhas sobre o queijo e decore opcionalmente com frutas vermelhas.

Dica:
para dar mais charme à receita, corte o pão e o queijo brie em formatos diferentes.


Editora on line revista faça fácil!!
Texto: Oscar Neto | Fotos: Camila Calicchio | Produção: Marly Arnaud | Criação e execução: Marcelo Menyon



posted by marcelo menyon 20:14
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1.1.12
Supere Seus Obstáculos


Estavam duas crianças patinando em cima de um lago congelado.
Era uma tarde nublada e fria e as crianças brincavam sem preocupação.

De repente, o gelo se quebrou e uma das crianças caiu na água.

A outra criança vendo que seu amiguinho se afogava debaixo do gelo,
pegou uma pedra e começou a golpear com todas as suas forças,
conseguindo quebrá-lo e salvar seu amigo.

Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino:

- Como você fez isso? É impossível que você tenha quebrado o gelo com essa pedra e suas mãos tão pequenas!

Nesse instante apareceu um ancião e disse:

- Eu sei como ele conseguiu.

Todos perguntaram:

- Como?

O ancião respondeu:

- Não havia ninguém ao seu redor para lhe dizer que não poderia fazer!


FELIZ 2012




posted by marcelo menyon 20:31
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31.12.11
Leonardo Da Vinci - Um grande cozinheiro

Leonardo da Vinci, autor da mais famosa pintura sacra, foi um grande cozinheiro.
A mais famosa representação de 'A Última Ceia' de Jesus Cristo foi pintada por Leonardo da Vinci,
na parede do convento Santa Maria delle Grazie, em Milão.
Há muitos séculos os cristãos jejuam e se abstém de carne na Sexta-feira Santa.

Fazem essa penitência em louvor ao martírio de Jesus.
Os cristãos sempre valorizaram a mesa.
Para eles, a comida reforça o vínculo do homem com o mundo e garante o dom da vida.
O, jejum e a abstinência, portanto, só se justificam como tributo a Deus.

Outra função cristã da comida é estreitar as relações humanas.
Sentado à mesa, anunciando a salvação, Jesus formou sua comunidade.
O Novo Testamento dá a esses banquetes um sentido simbólico e sagrado.

Na última ceia, na véspera de sua morte, Jesus predisse a traição de Judas e instituiu a Eucaristia,
o sacramento no qual ele estaria presente sob as aparências do pão e do vinho, com seu corpo, sangue, alma e divindade.

A ma,is famosa representação desse banquete foi pintada na parede do convento renascentista de Santa Maria delle Grazie,
em Milão, na Itália, por um dos maiores artistas de todos os tempos: Leonardo da Vinci (1452-1519).
Chama-se A Última Ceia e tem mais de 9 metros de largura e 4,20 metros de altura.
Leonardo levou três anos para concluir sua obra-prima.

Mostra o momento em que Jesus diz aos discípulos que será traído por um deles.
Judas aparece com o cotovelo direito sobre a mesa.

O impressionante, efeito dramático da pintura se deve à distribuição das figuras, reunidas em grupos de três - só Jesus, no centro, está isolado -,
pelas suas expressões de espanto, dúvida, indiferença, indignação e amor.
Na Palestina do tempo de Jesus, os alimentos eram, temperados com açafrão, alho, anis, canela, cebola, cominho, cravo, gengibre, gergelim,
louro, manjerona, orégano, noz-moscada e salsa.

O trigo era alimentos importantíssimos, vindos em seguida à cevada.
O pão e o mel tinham grande prestígio.
come-se, também abóbora, agrião, alcachofra, alho-porro, aspargos, couve e salsão frescos.
Alcaparras, azeitonas e pepinos ficavam na salmoura.
Ervilhas, favas e lentilhas eram grãos secos fundamentais.
Serviam para fazer sopa, uma preparação muito difundida.

Os leites de ovelha e cabra eram os mais populares.
O de vaca, raro e caro, destinava-se às pessoas abastadas.
Com o leite se preparava creme, manteiga e queijo.

As carnes principais eram de cordeiro e cabra, assadas na brasa ou cozidas em bebida, vinho ou cerveja.
No século I, o filósofo e historiador grego Plutarco elogiou as romãs e tâmaras de Jericó.
Outras frutas eram abricó, figo, uva e maçã.
A noz tinha o status do nosso bombom.

Mas, no banquete derradeiro, Jesus se limitou a comer com os discípulos alimentos da liturgia judaica: ervas amargas para relembrar o sofrimento que a escravidão causou ao povo hebreu,
pão em memória da fuga do Egito,
pois não havia tempo para a massa levedar, e carne de cordeiro.
Em A Última Ceia, Leonardo ignora esse cardápio e apresenta comidas de seu tempo.
Sobre a mesa, os estudiosos identificam enrolados de pão, purê de nabos e rabanadas de enguia, além de sete copos vazios que poderiam ter contido vinho tinto.

Aliás, as uvas da Palestina deviam ser de qualidade, pois jamais faltou vinho, bebido ali e exportado.
Pouca gente sabe, mas o pintor de A Última Ceia - a imagem sacra mais reproduzida do mundo - também foi um produtor de vinho,
que elaborava com uvas de sua vinha perto de,Milão, e um profissional da cozinha.
Leonardo nasceu em Vinci, a 40 quilômetros de Florença, para onde se transferiu aos 14 anos.
Como desde criança revelasse talento para as artes, o pai mandou-o estudar no ateliê de Andrea Verrocchio, pintor, escultor, matemático e engenheiro de grande prestígio na época.
Para reforçar o orçamento, Leonardo passou a trabalhar como garçom na taberna florentina
Os Três Caracóis, perto da Ponte Vecchio.
O misterioso envenenamento de seus cozinheiros o promoveu a,chef de cozinha.

Nessa função, empenhou-se em simplificar as receitas da época.
Entre outras providências, Leonardo diminuiu as porções, melhorou a apresentação e procurou tornar delicados pratos que, na sua opinião, eram "monstruosos".
Alguns biógrafos sustentam que antecipou em quase cinco séculos o minimalismo preconizado pela Nouvelle Cuisine, lançada na França em 1972.

Quando um incêndio destruiu as instalações de Os Três Caracóis, Leonardo se desligou da taverna,
associou-se a um colega do ateliê de Verrocchio - o também futuro gênio da pintura Sandro Botticelli - e abriu um restaurante.

Mas a casa, batizada com o nome de Taberna das Três Rãs e Sandro e Leonardo, foi um fracasso.
Os clientes se horrorizavam com a excentricidade da comida.,
Um dos pratos se resumia a quatro rabanadas de cenoura que sustentavam uma pequena anchova.

Leonardo tinha 30 anos quando assumiu o posto de Conselheiro de Fortificações e Mestre de Banquetes do Duque de Milão, Ludovico Sforza, "O Mouro".
Ali permaneceu por 17 anos, dedicando-se tanto ao desenvolvimento de equipamentos bizarros, de uso duplo - foi o caso,
por exemplo, de um cortador gigante de agrião que seu patrão transformou em arma de guerra na batalha contra os invasores franceses -, como à arte, culinária.

Leonardo pintou A Última Ceia exatamente nos intervalos desse trabalho.
Um livro de anotações culinárias atribuído a ele e publicado na Itália em 1987,
o Códice Ramanov, assim chamado porque teria permanecido muito tempo com a família imperial russa,
documenta esse período.
Há quem conteste a veracidade da obra.

Os originais do Códice Romanov nunca foram encontrados.
Existe apenas uma cópia feita por um certo Pasquale Pisapia.
Mas o presidente do Círculo Enogastronômico da Itália,, Marino Albinesi, vê nos escritos à mão de Leonardo e lembra que originais de Shakespeare também desapareceram.
Aceitas como autênticas, as anotações do Códice Romanov chegam a ser divertidas.
Para o casamento de Ludovico Sforza com Beatriz d'Este, L,eonardo concebeu um bolo gigante que era uma réplica do palácio do noivo.
Um dia antes da festa nupcial, estava montado no pátio.

Os convidados atravessariam portas de bolo e se sentariam em bancos e mesas que poderiam comer.
A criação de Leonardo, só não levou em conta a possibilidade de um ataque dos ratos de Milão.
Os auxiliares do artista-cozinheiro passaram a noite inteira entregues a uma verdadeira batalha campal.
Ao amanhecer, o cenário era desolador.
Dezenas de homens continuavam afundados no bolo, tentando encontrar os ratos abatidos a pauladas.
O banquete de casamento de Ludovico Sforza aconteceu em outro lugar.
O autor de A Última Ceia foi também um perito em etiqueta.
Na época, as pessoas colocavam a mão na comida.

Nos banquetes de Ludovico Sforza havia coelhos vivos amarrados nos bancos dos convidados.
Serviam para a limpeza das mãos.
O troca-coelhos era um criado respeitado, pois ouvia as conversas da nobreza.
Se os animais não estivessem ali, limpavam-se as mãos, na toalha da mesa ou nas costas do vizinho.
Leonardo criticou esse hábito e o uso de coelhos.
Para substituir os animais, desenvolveu o guardanapo.
Começou a colocar pedaços de pano, para uso individual, na frente dos comensais.
Mas a invenção de,morou a ser aceita.

Pietro Alemani, embaixador de Florença em Milão, relatou a dificuldade de introdução dos guardanapos.
"Ninguém sabia o que fazer com eles", escreveu. “
Alguns se sentaram sobre o pano, outros limparam o nariz com ele (...).
Outros usaram para embrulhar pedaços de carne e guardar nos bolsos.
Ao terminar a refeição a toalha estava tão suja como de hábito”.
O autor de A Última Ceia tinha tanto apreço pela boa mesa que legou metade dos bens a Battista de Villanis, seu cozinhe,iro particular.



posted by marcelo menyon 08:29
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22.12.11


posted by marcelo menyon 20:22
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17.12.11


posted by marcelo menyon 19:46
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15.12.11
Boaa noiteee , como sei que o ano termina sexta feira rss , agradeço a todos profissionais de comunicação,
jornalistas , fotógrafos produtores editores editoras emissoras de tv jornais revistas
e vocês que divulgam meu trabalho curtindo compartilhando indicando enfim obrigado!!
Feliz Natal e um Gigantesco 2012



posted by marcelo menyon 20:50
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BOA NOITE

PRÓXIMAS PUBLICAÇÕES PELA EDITORA ON LINE EM JANEIRO 2012
REVISTA FAÇA FÁCIL E COZINHA FAÇA FÁCIL !!!!

RECEITAS DE PATÊS

Azeitonas pretas
Damascos com mascarpone e mel.
Beterraba com mostarda
Pimentão amarelo com iogurte.
Manjericão
Tomate com ricota


Berinjela enrolada recheada com pera e catupiry,
Canapé de queijo brie com geleia de frutas vermelhas,
Uva verde recheada com gorgonzola e manteiga,
Espeto de caqui com presunto de parma,
Kiwi enrolado com presunto,
Damasco recheado com cream cheese ou creme de hortelã.


posted by marcelo menyon 20:17
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8.12.11
ESPECIAL NATAL

Especial Natal

Molho para carne - Chimichurri

1 colher(sopa) de pimentão verde picadinho
1 colher(sopa) de cebola picadinha
1 colher(sopa) de salsa picada
2 colheres(sopa) de vinagre
4 colheres(sopa) de óleo
sal, pimenta, páprica e orégano a gosto
1 dente de alho amassado

Misturar todos os ingredientes e bater com força por 5 minutos.
Deixar descansar por 1 hora e tornar a bater.
Este molho é utilizado para temperar carnes,
enquanto estão assando, ou depois de cozidas.

Böhmische Lendensteaks

4 colheres(sopa) de creme de leite
2 colheres(sopa) de farinha de trigo
4 bifes de lombo de porco
100 gramas de manteiga
um pouco de cominho
pimenta branca
1 dente de alho
sal

Temperar os bifes com sal, cominho e pimenta.
Deixar repousar ½ hora para tomar gosto.
Depois fritar os bifes na manteiga em fogo forte durante 2 minutos de cada lado.
Temperar os bifes, com um pouco de alho amassado.
Colocar a farinha na gordura da fritura e regar a carne com o creme de leite.
Deixar estufar tudo durante 10 minutos em fogo brando.

Presunto natalino

1 presunto tenro de cerca de 2 quilos
3 colheres de (sopa) de glucose de milho
1 xícara de (chá) de vinho branco seco
1 xícara de (chá) de suco de abacaxi
2 colheres de (sopa) de mostarda

Pré-aqueça o forno em temperatura média (170C).
Com uma faca, retire o couro do presunto.
Se houver uma camada grossa de gordura, retire um pouco, deixando uma camada de 0,5cm, aproximadamente.
Coloque numa assadeira, leve ao forno pré-aquecido e asse calculando cerca de meia hora por quilo.
Regue de vez em quando com uma mistura feita de vinho e o suco de abacaxi.
Se dourar demais, cubra o presunto levemente com papel de alumínio.
Uma hora antes de terminar o tempo de forno, misture a glucose de milho com a mostarda.
Retire o presunto do forno. Aumente a temperatura do forno para alta (200C).
Pincele toda a superfície do presunto com a mistura de glucose e mostarda.
Asse por mais uns 45 minutos, aproximadamente. Retire e coloque numa travessa.
Obs: Glucose de milho é um mel (na verdade um xarope) feito de açucares de milho

Tender com mel e mostarda

1 e ½ quilos de tender defumado sem osso
2 colheres de (sopa) de mostarda em pó
¼ xícara de (chá) de açúcar mascavo
Alguns cravos da índia inteiros
1 cebola cortada em quatro
½ xícara de (chá) de mel
1 folha de louro

Para Decorar: Salsinha

Coloque o tender em uma panela grande junto com a cebola, a folha de louro e água suficiente para cobrir.
Deixe ferver em fogo brando, tampe e cozinhe durante aproximadamente 15 minutos.
Pré-aqueça o forno em temperatura média a 200º. Retire o tender da panela e coloque em um prato.
Retire a pele, tendo o cuidado de deixar a gordura, e coloque o tender em uma assadeira, com a gordura para cima.
Misture o mel, o açúcar e a mostarda em uma tigela pequena até obter uma pasta.
Espalhe a mistura sobre o tender e faça cortes pouco profundos, em diagonal, usando uma faca afiada.
Espete alguns cravos na gordura e asse durante 40 minutos, ou até que esteja dourado.
Sirva quente ou frio, decorado com a salsinha.

Presunto parma com salada de frutas e molho picante

200 gramas de presunto tipo parma fatiado
5 colheres de (sopa) de azeite de oliva
1 colher de (sopa) de vinagre balsâmico
1 colheres de (chá) de tabasco
2 ameixas frescas pequenas
5 morangos médios
1 manga média
2 kiwis médios
Sal à gosto

Lave os morangos (elimine os pedúnculos), as ameixas, a manga e os kiwis.
Parta os morangos ao meio, corte as ameixas em gomos, descasque a manga e corte-a em tiras.
Descasque os kiwis e corte-os em rodelas. Disponha as frutas em um prato grande e no centro coloque as fatias de presunto.
Reserve. Misture em uma tigela pequena o azeite de oliva com o vinagre, o tabasco e o sal. Regue as frutas e sirva.

Mascarpone Caseiro

450 gramas de creme de leite fresco
1 colher de sopa de suco de limão (suco de 1/2 limão)

Aqueça o creme de leite em banho maria.
Meça a temperatura com um termômetro culinário, e quando chegar em 82º adicione o suco de limão
Fique mexendo mantendo a temperatura por mais alguns minutos, até que comece a engrossar.
Retire do fogo, tampe e deixe que esfrie um pouco.
Leve a geladeira de um dia para o outro.
Coloque em um escorredor ou envolva em toalhas limpas e leve a geladeira por 24h.
Coloque em um recipiente e estará pronto para usar.

Salmão com Mascarpone e Ervas

Para o salmão:
750 gramas filé de salmão fresco - dividido em quatro partes
½ colher de (chá) de pimenta vermelha em pó
1 colher de (sopa) de azeite de oliva
1 colher de (chá) de cominho moído
Vinagre balsâmico ou de vinho tinto
Folhas de alfaces variadas
½ xícara de suco de limão

Para o Mascarpone com ervas:

185 gramas de mascarpone
2 colheres de (sopa) de cebolinha verde picada
1 colher de (sopa) de cerefólio fresco picado
1 colher de (sopa) de endro fresco picado
Pimenta-do-reino moída na hora

Coloque o azeite, o suco de limão, o cominho e a pimenta vermelha num recipiente e misture bem.
Pincele as porções de salmão com esta mistura e reserve o que sobrar.
Aqueça uma grelha ou frigideira em fogo alto, deixe grelhar o salmão por 1 a 2 minutos de cada lado.
Com um garfo vá pincelando o salmão com o restante da mistura.

Para o Mascarpone com ervas:
Coloque o mascarpone, a cebolinha, o endro, o cerefólio e a pimenta do reino a gosto numa tigela e misture bem.

Assado de arroz com mascarpone

2 colheres(sopa) de molho japonês (Shoyu)
3 colheres(sopa) de óleo
½ xícarade nozes picadinhas
¼ xícarade salsão picado
2 xícarade arroz cozido
½ xicara de mascarpone
½ pimentão verde, picado
1 cebola picada
2 ovos batidos
Sal

Refogar a cebola com o salsão no óleo.
Juntar o molho japonês. Retirar do fogo e acrescentar os demais ingredientes e assar em forma untada por 45 minutos.
Salpicar queijo ralado por cima.

Arroz integral com lentilhas

1 xícara de (chá) de arroz integral
½ xícara de (chá) de lentilhas
4 colheres de (sopa) de cebolinhas cortadas
5 colheres de (sopa) de azeite
3 xícaras de (chá) de água quente
½ cebola média picada
1 dente de alho picado
2 cebolas em rodelas
Sal a gosto

Lavar o arroz e a lentilha. Reserve.
Em uma panela, coloque a cebola, o óleo e o alho.
Refogue e junte o arroz e a lentilha.
Adicione a água e o sal, deixando cozinhar até secar a água e o sal, deixando cozinhar até secar a água.
Em uma frigideira, coloque o azeite e a cebola. Frite.
Coloque o arroz cozido em um refratário, a cebola por cima e enfeite a volta com a cebolinha.
Sirva em seguida.

Salada Mussarela búfala com Azeitonas Pretas

300 gramas de azeitonas pretas chilenas
6 tomates maduros porém firmes
300 gramas de mussarela de búfala
Fohas de manjericão
pimenta do reino
azeite
sal

Obs , vai muito bem com pão Italiano

Corte as rodelas de tomates, rodelas de mussarela.
Arrume-as em um prato.
Tire as azeitonas do caroço e coloque-as no processador.
Coloque esse pesto em cima do tomate e da mussarela, regue com bastante azeite, sal e pimenta do reino.

Salada de figos frescos

Figos frescos
Sal, pimenta do reino e vinagre balsâmico à gosto
Peito de frango cozido e fatiado
Folhas verdes

Disponha sobre os pratos um mix de folhas verdes
(alface lisa, crespa, radicchio, etc.).
Sobre elas, fatias de peito de frango cozido e fatiado.
Decore com figos frescos cortados em 4 pedaços e tempere com sal, pimenta do reino e vinagre.

Beignets Soufflés au Parmesan (Bolinhos Suflês de Queijo)

1 pitada de páprica (ou pimenta vermelha)
3 a 4 ovos (dependendo do tamanho)
60 gramas de queijo parmesão ralado
125 gramas de farinha
60 gramas de manteiga
noz-moscada ralada
100 ml de leite
óleo para fritar
sal

Colocar em uma panela manteiga, sal, noz-moscada ralada, páprica e uma mistura de 100 ml de leite e 100 ml de água.
Deixar ferver. Colocar a farinha peneirada mexendo sempre com uma colher grande
A massa vai engrossar. Continuar a mexer até que a massa se desprenda da panela e tenha o aspecto de uma bola elástica.
Tirar do fogo. Colocar os ovos um por um, mexendo sempre.
Terminar juntando o queijo ralado.
Retirar com uma colher pequenas porções de massa - do tamanho de uma noz e fritar em óleo quente.
Servir quente sobre um guardanapo dobrado. Serve como entrada ou para o aperitivo.

Crême au Café

2 café(chá) de café solúvel
100 gramas de açúcar refinado
6 gemas de ovos
1 litro de leite

Para ½ litro de leite: 4 gemas de ovos

Deixar ferver o leite com o café solúvel.
Quebrar os ovos numa tigela. Separar as claras, reservá-las para uma outra preparação.
Juntar as gemas e o açúcar e misturar bem com uma colher de pau até a massa ficar branca e cremosa.
Derramar aos poucos o leite quente sobre as gemas, mexendo sempre.
Virar tudo de novo na panela e colocar sobre o fogo brando mexendo sempre.
O creme vai engrossando. Não deixar ferver senão ele talha.
Caso o creme talhar, bater energicamente com um batedor 3 a 4 minutos e a consistência voltará.
Servir frio com biscoitos.

Obs: Caso você queira sirva com chantilly e no creme na hora do preparo coloque um puco de vinho do porto, decore também com hortelã

Biscoitinhos de Amêndoas

Proporção para 1 clara de ovo:
3 ou 4 castanhas-do-pará ou amêndoas à vontade
25 gramas de farinha peneirada
50 gramas de açúcar refinado

Bater a clara em neve firme. Misturar o açúcar à farinha.
Juntar essa mistura aos poucos à clara batida, mexendo bem.
Bater a massa para ela ficar fina. Juntar as castanhas cortadas em lascas muito finas ou as amêndoas previamente descascadas
(com a ajuda de água fervente) e cortadas muito finas.

Para preparar as amêndoas

Colocar em água fervente até a pele se soltar.
Secar no forno. Em seguida, cortar em lascas bem finas.
Untar uma travessa de alumínio com manteiga e polvilhar levemente com farinha.
Com a ajuda de 2 colheres das de chá, colocar pequenas porções de massa deixando espaço suficiente entre cada uma.
Levar a travessa ao forno quente por 10 minutos a 230"C por mais ou menos 10 a 15 minutos.
Os biscoitinhos prontos apresentam-se brancos no meio, com uma auréola dourada.

Torta de Natal Estrelada

1 colher(sobremesa) de fermento
8 colheres(sopa) de água
220 gramas de farinha de trigo
250 gramas de açúcar
chantilly
ganache
4 ovos
rum
morangos para decoração

Ganache

500 gramas de chocolate meio amargo derretido
1 cx de 200gr de creme de leite
misture bem todos os ingredientes

Bater bem as gemas com água, juntar o açúcar e tornar a bater. Acrescentar as claras em castelo.
Assar em forma untada, durante 25 minutos aproximadamente,
e depois de frio, marcar com uns palitos a forma de uma estrela, e cortar com faca afiada.
Abrir a estrela pelo meio e umedeça as duas partes com uma mistura de água, açúcar e rum.
Rechear com creme de chantilly, e cobrir, tanto a estrela como as partes cortadas dos cantos,
com o ganache e depois coloca os morangos nas pontas.

Sopa de maçã com mel e canela

3 colheres(sobremesa) de mel
Tigela de água com suco de 1 limão
2 pedaços de 5 cm canela
400 ml de água
Chantilly

Descascar e cortar as maçãs em 8 pedaços (gomos). Colocar na água com limão. Reservar.
Em uma panela, colocar a água, mel e canela. Ferver por 20 minutos.
Adicionar as maçãs e cozinhar até ficarem macias. Servir com chantilly.

Bolo à champs-elysées

2 cálices de licor de sua preferência
200 gramas de amêndoas (sem pele)
¼ de xícara de (chá) de mel
250 gramas de manteiga
100 gramas de farinha de trigo
300 gramas de açúcar
1 pitada de sal
6 ovos

Passe as amêndoas no multiprocessador. Adicione metade do açúcar.
Bata a manteiga com o resto do açúcar até obter um creme.
Adicione a esses as amêndoas com o açúcar e, em seguida, os ovos um a um, sem parar de bater.
Por fim, acrescente a farinha, o sal e o licor.
Bata muito bem e quando a massa estiver bem líquida, forre totalmente uma fôrma com papel-manteiga.
Coloque a massa no papel-manteiga e leve ao forno médio para assar. Cubra com um pouco de mel e sirva.
Para o papel-manteiga não escorregar na hora de colocar a massa, passe um pouquinho de manteiga na parte interna da assadeira.

Bolo de natal de tâmaras e nozes

Massa:
1 colher (café) de fermento em pó
1 e ½ copo (americano) de açúcar
200 gramas de tâmaras moídas
nozes e tâmaras para decorar
200 gramas de nozes moídas
6 ovos

Chantilly:

2 colheres(sopa) de açúcar de confeiteiro
½ colheres(café) de essência de baunilha
250 ml de creme de leite fresco, gelado

Massa:

Bater o açúcar com os ovos até dobrar o volume.
Acrescentar os ingredientes restantes e misturar.
Colocar na forma untada, o fundo forrado com papel manteiga também untado.
Assar no forno aquecido. Desenformar morno, deixar esfriar, cobrir com o chantilly e decorar com as tâmaras e nozes.
Servir gelado.

Chantilly:

Bater tudo junto, usando a velocidade mínima da batedeira,
até obter um creme consistente e uniforme. Utilizar.

Crepe com frutas

1 colheres(sobremesa) de margarina light sem sal
1 colher(sobremesa) de adoçante em pó
2 xícara(chá) de leite desnatado
½ xícara (chá) de farinha de trigo
1 ovo

Recheio:

400 gramas de sorvete de baunilha

Calda:

2 colheres(sopa) de mel
½ xícara(chá) de suco de maçã
½ xícara (chá) de água
1 tangerina sem casca pele e caroço
1 banana maçã em rodelas
Suco de 2 laranjas
2 kiwi em rodelas

Bater no liquidificador os ingredientes da massa e reservar na geladeira por 15 minutos.
Para fazer a calda, colocar o suco de laranja, o de maçã, a água e o adoçante para ferver por 10 minutos.
Desligar o fogo e adicionar todas as frutas. Fazer os crepes em uma frigideira pequena untada com margarina.
Rechear com 1 colher de sopa do sorvete, dobrar duas vezes na metade e colocar ½ concha da calda de frutas por cima.

Vinhos para acompanhar as receitas acima!!

Chardonnay

Uma das castas mais famosas de vinho branco, oriundo de França das regiões de Champagne e Borgonha, está hoje espalhada pelo mundo todo.
Para além de ser um importante ingrediente do champanhe, é usada na produção de clássicos da Borgonha como Chablis, Montrachet e Poully-Fussé.
Países: França (Borgonha), Estados Unidos (Califórnia), Austrália, Nova Zelândia, Chile, África do Sul, Argentina, Brasil

Tipos de comidas com que combina: peixes leves, carne branca, pratos simples e saladas; óptimo para acompanhar frutas e queijos leves.

Chenin Blanc

Original do norte da França especificamente do vale do Loire, originando vinhos secos ou doces, é também responsável pelo famoso Vouvray.
Países: França (Loire), EUA, África do Sul, Austrália e Nova Zelândia

Tipos de comidas com que combina: peixes leves, carne branca, pratos simples e saladas.

Gewürztraminer

Famosa uva branca do nordeste de França, mais especificamente na Alsácia, fazendo fronteira com a Alemanha.
A palavra alemã "gewürz" significa aromático, temperado e "würz" quer dizer tempero, especiarias, dando origem a um vinho frutado, muito aromático, de sabor complexo.
Países: França (Alsácia), Alemanha, Itália, Chile, África do Sul, Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia

Tipos de comidas com que combina: comida regional alemã, como um carré de porco com repolho roxo maturado,
batatas cozidas amanteigadas e puré de maçãs. Queijos brie e camembert, com geleias de pimenta e tostas são outras boas combinações.

Muscat (Moscato e Moscatel)

Usada para os vinhos secos na Alsásia e para espumantes italianos do tipo Asti Espumante e Moscato Bianco,
esta uva é plantada por todo o mundo, uma componente típica de vinhos doces perfumados.
Países: França (Alsácia), Portugal, Espanha e Itália

Tipos de comidas com que combina: bolos e doces.

Pinot Gris

Uva da família Pinot Noir do nordeste e leste da França. No norte da Itália é a Pinot Grigio.
Produz vinhos brancos leves, jovens e secos na Itália e mais ricos e perfumados, na região francesa da Alsácia.
Países: França (Alsácia), Itália, Alemanha, Hungria e Nova Zelândia

Tipos de comidas com que combina: acompanha bem saladas e pratos leves, queijo de cabra e pão de alho.

Prosecco

Produzida na região de Vêneto, na Itália, resulta em espumantes frescos, frutados, de pouca acidez.
Países: Itália, Brasil

Tipos de comidas com que combina: com canapés, saladas, mousses salgadas, salmão fresco ou defumado e com comida japonesa como o sushi.

Riesling

Considerada a melhor uva branca do mundo ao lado da Chardonnay. Original do Vale do Reno,
na Alemanha (Baden) e na França (Alsácia), produz vinhos com acidez elevada e teor alcoólico baixo, aromas delicados e florais.
Os melhores Riesling são encontrados na Alemanha.
Países: Alemanha, Áustria, Austrália, Nova Zelândia, França (Alsácia) e EUA

Tipos de comidas com que combina: comida alemã, como salsichas, batatas, carré de porco, maionese de batatas e arenque.
Saladas, queijos amarelos, frios, cogumelos, salmão fresco ou defumado e espargos.

Sauvignon Blanc

Com acidez aguda e aromas frutados, é uma uva de ótima qualidade, também é comparada a Chardonnay.
Países: França (Loire, Bordeaux), Nova Zelândia, Chile, Áustria e África do Sul

Tipos de comidas com que combina: peixes, ostras, carne branca, pratos simples e saladas.

Touriga Nacional

É a casta de uvas mais famosa em Portugal
País: Portugal, Espanha, EUA, África do Sul e Austrália

Tipos de comidas com que combina: foi gras, magret de pato, bacalhau com natas.

Pinot Noir

Vem da Borgonha e dá origem aos vinhos mais apreciados do mundo.
Os exemplos mais clássicos são os conhecidos vinhos de Romanée-Conti, Volnay, Clos de Vougeat entre outros famosos.
O Pinot Noir também faz parte da receita que compõe os vinhos Champagne.
Países: França, Califórnia, Chile, Itália, África do Sul

Tipos de comidas com que combina: aves, caça, vitela, javali e porco; carnes vermelhas mais pesadas e queijos.

Sangiovese

É a base dos grandes vinhos da italiana e tradicional Toscana, sendo uma boa base do Chianti, Brunello di Montalcino e Vino Nobilo de Montpulciano.
Países: Itália, Estados Unidos e Argentina

Tipos de comidas com que combina: salada de rabanetes, salada de tomates temperados com vinagrete de ervas,
ossobuco, risoto, pato, pasta com almôndegas e molho de tomate ou mesmo uma simples pizza com molho de tomate.

Syrah/Shiraz

Trazida para o Ocidente, implantou-se no sul da Borgonha e na Provença (França),
onde é conhecida como uva do Rhone, dado origem a vinhos de coloração intensa,
bem encorpados e com aromas de frutas vermelhas.
Hoje é casta principal dos Côtes-du-Rhône, do famoso Chateauneuf-du-Pape e dos Côtes-de-Provence.
É também responsável pelos grandes rótulos da Austrália.
Países: França (Rhône), Austrália, África do Sul e Argentina

Tipos de comidas com que combina: carnes, aves e queijos amarelos, fondues, crepes e soufflés.

Tannat

Original de França, da região de Bordeaux, é hoje a variedade mais reina no Uruguai, altamente tânico e com perfume de amora e framboesa.
Países: Uruguai e França

Tipos de comidas com que combina: pato assado, presunto cru ou cozido, pizza margarita ou calabresa,
um prato de frango assado, com couscous e agrião.

Tempranillo

Considerada a melhor uva tinta espanhola, cultivada nas regiões de Rioja e Ribeira del Duero,
dá origem a um vinho colorido, com baixa acidez, pouco tânico e que envelhece bem no carvalho, conferindo-lhe aromas de tabaco.
Países: Espanha, Portugal e Argentina

Tipos de comidas com que combina: carnes grelhadas.


posted by marcelo menyon 21:21
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30.11.11
Prosciutto di Parma, uma iguaria produzida há 2 mil anos.

Quatro séculos antes de Cristo, Hipócrates, considerado o pai da Medicina, afirmava: “Faz da comida o teu remédio”. O conselho continua atualíssimo. Cada vez mais pessoas têm transformado a alimentação numa das principais aliadas na busca pela saúde e, para quem integra esse contingente, uma boa notícia: cientistas do Laboratório Thomson de Espectrometria de Massas, do Instituto de Química (IQ) da Unicamp, acabam de determinar um novo pigmento natural presente nos presuntos tipos “parma” e “ibérico”.

Iguaria produzida há 2 mil anos, o legítimo presunto de Parma, (produzido em Parma, como o próprio nome indica), não recebe conservantes nem aditivos químicos. O processo de cura é pelo menos de doze meses, período no qual o presunto fica em ambientes ventilados. O segredo e a magia do sabor, como destaca o site sensibilidade e sabor, vem dos suínos, criados exclusivamente na Itália, e do tempo de cura, em que o aroma dos bosques da região dá um sabor especial à carne.

Fabricado nas pequenas empresas familiares, com receitas transmitidas pelas gerações italianas há centenas de anos, ultrapassou as fronteiras da Itália, e hoje é conhecido no mundo inteiro, mas isso só aconteceu depois de os distritos industriais terem sido criados, há mais de 50 anos. Dos 9 milhões de presuntos produzidos por ano, 7,5 milhões são consumidos na Itália, e 1,5 milhões são exportados para 40 países.

A substância, denominada zinco-porfirina, é uma importante fonte de zinco, mineral relativamente escasso nos alimentos. “Associado à vitamina C, por exemplo, o zinco favorece o aumento de resistência por parte do sistema imunológico”, afirma o cientista de alimentos Rodrigo Catharino, um dos integrantes da equipe responsável pelo estudo. Segundo ele, o próximo passo é tentar sintetizar o pigmento, o que poderá possibilitar a sua adição a outros produtos alimentícios.

Laboratório teve ajuda de instituição da Dinamarca


O presunto cru de Parma não recebe conservantes nem aditivos e faz bem à saúde. Foto:Tasting Men

Os pesquisadores da Unicamp resolveram estudar o pigmento dos presuntos parma e ibérico por uma razão simples. Ambos os produtos integram a chamada dieta do Mediterrâneo, que segundo variados estudos contribuem para aumentar a longevidade dos moradores de algumas regiões da Grécia, Portugal, Espanha, Itália e França, entre outros países. Além dos embutidos, essas populações consomem com freqüência azeite de oliva, vinho e orégano, ingredientes considerados altamente benéficos para a saúde. A primeira pergunta que ocorreu aos cientistas foi: qual o pigmento responsável pela cor característica dos embutidos, visto que eles só levam sal na sua preparação, dispensando corantes e conservantes?

Para responder a essa questão, os especialistas do IQ contaram com a colaboração do cientista Jens K. S. Moller, da The Royal Veterinary and Agricultural University, instituição da Dinamarca, que já vinha investigando o pigmento do parma e ibérico, mas não havia conseguido definir a sua estrutura. Moller encaminhou os dados gerados pelos seus estudos e facilitou o contato da equipe da Unicamp com os fabricantes dos embutidos, que enviaram amostras para os testes laboratoriais. Segundo Rodrigo Catharino, a determinação do pigmento foi feita com o auxílio de um equipamento chamado espectrômetro de massas e por meio de uma técnica de ionização batizada de electrospray.

Depois de aproximadamente dez ensaios com cada tipo de presunto, os pesquisadores da Unicamp finalmente determinaram o pigmento. O nome zinco-porfirina foi baseado nas duas principais substâncias presentes no corante natural. Este, explica Rodrigo Catharino, tem origem em reações que ocorrem durante o processo de maturação da carne. “Uma característica interessante desse pigmento é que além de ajudar a conferir um aspecto saudável aos presuntos, ele também nutre. A presença do zinco proporciona um ganho para o organismo, pois o mineral favorece a uma maior resistência por parte do sistema imunológico”, afirma o cientista.

Após a determinação do pigmento, a equipe do Laboratório Thomson já começa a se preparar para desenvolver um segundo estudo em torno da substância. A nova etapa consistirá na tentativa de síntese da zinco-porfirina. Caso isso seja viável, ela poderá ser produzida em laboratório, o que possibilitará a sua eventual adição a outros produtos alimentícios. A pesquisa envolvendo os presuntos parma e ibérico gerou um artigo que já foi aceito para publicação na Meat Science, uma das mais importantes revistas científicas do segmento. “Além de abrir perspectiva para o uso em larga escala de um novo pigmento que traz benefício à saúde, esse tipo de pesquisa demonstra a capacidade dos brasileiros de fazer ciência de ponta. Normalmente, os estrangeiros vêm aqui, pegam nossos produtos e descobrem coisas novas. Agora, estamos começando inverter essa tendência”, analisa Rodrigo Catharino.

(© Oriundi)


posted by marcelo menyon 19:44
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29.11.11
Creme Belga

1 colher (sopa) de amido de milho
5 colheres (sobremesa) de açúcar
1 colher (sopa) de manteiga
30 gramas de gelatina de morango
300 gramas de morango
1 pacote de natas
2 latas de leite
leite condensado
200 ml de água
3 gemas


Começar por dissolver a gelatina em 50 ml de água morna e reservar. Misturar o leite condensado, o leite (tomar por medida a lata de leite condensado), as gemas, o amido, a manteiga e levar ao fogo, mexendo sempre, até obter um creme. Colocar num pirex transparente e reservar. Cortar os morangos em pedaços e misturar com a água e o açúcar. Levar ao fogo e deixar ferver até obter uma calda consistente. Resfriar e colocar por cima do creme. Bater as natas em chantilly e misturar à gelatina (que já deverá estar fria). Colocar por cima do morango, formando a última camada do doce. Decorar com morangos e levar a geladeira.


posted by marcelo menyon 20:19
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18.11.11
ja estou nas bancas esta é a capa da cozinha faça fácil 21



posted by marcelo menyon 20:12
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17.11.11
Vinhos renderam 10 vezes mais do que ações nos últimos 13 anos


Segundo os economistas suíços Philippe Masset e Jean-Philippe Weisskopf, nos últimos 13 anos os preços dos melhores vinhos valorizaram mais do que as ações norte-americanas, o que supõe que este seja um negócio mais rentável do que o tradicional investimento.

Em 2003, por exemplo, uma garrafa de Lafite-Rothschild 1982 era vendida por um preço médio de US$ 490. Seis anos depois, em 2009, essa mesma garrafa foi colocada à venda por não menos que US$ 2.586, um retorno anual de cerca de 70%.

Desde 1996, estes economistas estudaram mais de 400 mil preços de vinhos negociados com regularidade e descobriram que o preço dos Bordeaux sofreu reajuste de 198%. Já vinhos sofisticados - sobretudo aqueles com preço acima de 400 dólares - subiram 447%.



Em ambos os casos, a alteração dos preços está muito acima do rendimento de ações como o índice Russell 3000, que nestes 13 anos valorizou 42%.

Apesar de outros vinhos franceses, italianos e norte-americanos não terem resultados tão expressivos quanto o dos vinhos finos, todos, sem exceção, tiveram melhor desempenho do que o Russell 3000.

Os altos preços do mundo do vinho não são novidade para ninguém, mas nos últimos cinco anos, foram movimentados mais de 276 milhões de dólares, principalmente devido à forte entrada da China e Rússia no mercado.

"Minhas adegas provavelmente valorizaram mais do que qualquer outro investimento que fiz", afirmou Drew Nieporent, dono dos restaurantes Corton, Nobu e Tribeca Grill, de Nova York. Este último ganhou o Grande Prêmio de 2009 da revista "Wine Spectator". "Grandes vinhos são raros. Você não consegue encontrá-los tão fácilmente".

Masset e Weisskopf afirmam que suas conclusões mostram "que a inclusão do vinho num portfólio, principalmente os de maior prestígio, aumenta o retorno e ao mesmo tempo reduz os riscos, em particular durante crises financeiras".



posted by marcelo menyon 19:41
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10.11.11
CERVEJA E QUEIJOS

Ao contrário da combinação de queijo com vinho, na qual os sabores geralmente estão em contraste, a boa harmonização entre queijo e cerveja é pautada pela harmonia, quando os dois ficam ainda melhor juntos do que separados. Um acentua o que outro tem de bom. Por exemplo: um filé alto. Geralmente seria acompanhado por um tinto encorpado, mais tânico, que abafaria o sabor do grelhado. Eu recomendaria uma cerveja com toque maltado, caramelado, que realçaria a suculência e o tostado do exterior da carne”
A frase é de Garrett Oliver, um dos maiores expert em cervejas do mundo e mestre-cervejeiro da Brooklyn Brewery, que começa a ser vendida no Brasil através da importadora BrazilWays. Ontem, no L´entrecote de Paris, rolou um jantar delicioso harmonizando o menu do restaurante e cervejas– mas, mais do que isso, harmonizando queijo e cervejas, a paixão de Garrett. Ele, simpático e super falante, deu uma aula prática e bem divertida sobre essa que, segundo ele, é uma grande tendência nos EUA (e que começa a crescer fora de lá). Falando nisso, o L´entrecote terá, todas segundas e terças, um menu de harmonização de quatro tipos de cerveja com sua salada, entrecote, prato de queijos e sobremesa por R$ 110/pessoa. Ontem os rótulos foram todos, claro, da americana Brooklyn: a Lager, a Brown Ale, a East India Pale Ale (média de R$ 10, cada, quando vendida avulsa) e a amazing Local 1 (média de R$ 49).


Mas porque Garrett afirma com tanta certeza que cerveja vai melhor com queijo do que o tradicional vinho? Primeiro: o gás presente nela limpa o paladar, tirando a gordura da língua a cada gole, deixando-a ”tinindo” para o próximo pedaço. Segundo: “cerveja e queijo vem do mesmo lugar: vacas se alimentam de grama e produzem queijo; malte é, basicamente, um tipo de grama. Então, eles são, em essência, parentes. Temo que a uva não tenha nada a ver com isso…”, diz. Eu tendo a concordar com Garrett: cerveja tem a mesma complexidade de vinho, envolve profissionais tão qualificados na produção, tem uma gama de aromas e sabores até mais vasta— pena que, no Brasil, ainda, é vista como bebida “de pobre”, não merecendo estar à mesa de grandes restaurantes. Pena, porque isso não só é ignorância, como é um atentado ao paladar do cliente.

Para facilitar nossa introdução ao mundo da harmonização de queijo e cerveja, fiz um pequeno manual (com a ajuda de Garrett). Pena que a maior parte dos queijos citados por ele como seus preferidos não são vendidos no Brasil– o governo impede a importação e fabricação de queijos não-pasteurizados, o que reduz a gama de milhares de tipos para apenas algumas dezenas. Sem dizer que alguns dos melhores do mundo nem passam perto das nossas prateleiras. Ah, tantas coisas a serem mudadas por aqui ainda… Leia o texto do meu querido amigo Carlos Bertolazzi sobre isso. Por isso tive que dar uma adaptada e a lista ficou menor do que gostaria (mas em breve estará muito mais completa):


PEQUENO GUIA DE HARMONIZAÇÃO DE CERVEJA E QUEIJOS
1. Como regra geral, harmonize:

* cervejas delicadas e leves com queijos idem
* cervejas maltadas com nozes e queijos maturados.
* cervejas amargas com queijos salgados
* cervejas mais doces e fortes com queijos azuis

2. Use sempre pães ou torradas “puros”, sem sabor ou ervas, para não alterar a percepção da combinação queijo/cerveja

3. Queijos em saladas de folhas vão bem com…India Pale Ale
4. Feta, queijo de cabra e mussarela frescas vão bem com… (weiss)
5. Mascarpone, queijos cremosos de vaca vão bem com… Lambic de fruta
6. Muenster, Havarti e Monterey Jack vão bem com… Pilsners
7. Queijos maturados de ovelha e Cheddar vão bem com… Brown Ales
8. Roquefort, Stilton vão bem com… belga forte (trapista)
9. Gruyère, Emmental e Suíço vão bem com… Bock Beer, Lagers escura
10. Parmesão, Pecorino Romano vão bem com… Pale Ales Ales e Amber Ale
11. Gouda, Gruyère maturado, Chimay vão bem com… Stout


posted by marcelo menyon 21:08
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2.11.11
ESTAS SERÃO AS RECEITAS QUE VÃO SAIR PELA EDITORA ON LINE!!!

Berinjela enrolada recheada com pera e catupiry,
Canapé de queijo brie com geleia de frutas vermelhas,
Uva verde recheada com gorgonzola e manteiga,
Espeto de caqui com presunto de parma,
Kiwi enrolado com presunto,
Damasco recheado com cream cheese ou creme de hortelã.

Ovos pochés em minitortas de cebola,
Tortilhas espanholas com lingüiça picante,
Omelete de frutas da época,
Aperitivos de ovos mexidos com ervas finas com pão frito,
Ovos mollet em ninhos de tomate com pepino crocante,
Minipudim de clara.


posted by marcelo menyon 12:00
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