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O Confeiteiro
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Formado em Confeitaria/Panificação e Tecnólogo em Massas.Especialista em preparo de alimentos liofilisados humanos e animais.Perito do Glossário de Confeitaria Inglês - Português Pelo Núcleo de estudos de tradução da Universidade UNIBERO - Feiras Internacionais,FISST 2002/ FIPAN 2004/2006/4°PANCOFEST PALESTRANTE.Moro em São Paulo Capital.oconfeiteiro@hotmail.com orkut Marcelo Menyon tel.(011)7245 7004 As receitas postadas neste blog são para seres humanos.
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27.9.09
vivendo em jundiaí, conhecendo esta bela cidade, vida de confeiteiro e profissional de alimentos é assim, vida de bandeirante..
posted by marcelo menyon 15:39
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21.9.09
TORTA HOLANDESA
Creme:
250 g de margarina
180 g de açúcar refinada
600 ml de creme de leite sem soro
80 ml de leite condensado
Base:
200g de biscoito maizena
Cobertura:
200 g de chocolate meio amargo
1 lata de creme de leite sem soro
10 g de margarina
Lateral:
1 pacote de biscoito calipso
Tabela de conversão de medidasImprimir lista de compras
Modo de Preparo
1. Creme:Bata na batedeira a margarina e o açúcar até obter um creme mais ou menos branco
2. Acrescente o leite condensado e continue batendo
3. Coloque o creme de leite e mexa bem
1. Cobertura:Derreta a barra de chocolate no microondas ou em banho-maria até ficar bem derretido, aqueça o creme de leite sem deixar ferver
2. Misture o chocolate e a margarina e o creme de leite até ficar em creme bem homogêneo
1. Montagem:Coloque as bolachas maizenas em baixo (forrando o fundo), dos lados da forma coloque os biscoitos calipso (deixando espaço entre uma e outra), e adicione o creme levemente para as bolachas ñ subir, e depois a cobertura e pronto
2. Sirva como desejar
3. Obs: Usar forma de fundo falso
posted by marcelo menyon 13:01
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18.9.09
estou em jundiai cidade linda estou amando morar e trabalhar em jundiai
posted by marcelo menyon 14:20
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12.9.09
Creme de chocolate com Palitos Franceses
Ingredientes
4 colher(sopa) de chocolate em pó
6 colher(sopa) bem cheias de açúcar
200 gramas de manteiga
900 gramas de palitos franceses
chocolate granulado
½ litro de leite
6 gemas
Preparo
Dissolver o chocolate no leite e levar para ferver.
Depois de fervido, deixar esfriar.
Bater as gemas com o açúcar e juntar a manteiga.
Bater bem, até formar uma pasta consistente.
Pegar os biscoitos, um por um, e embeber no chocolate frio.
A,rrumar em uma travessa, um biscoito ao lado do outro.
Sobre os mesmos, passar com uma faca um pouco de creme, alisando bem.
Arrumar nova camada de biscoitos e outra de creme e assim sucessivamente, até acabarem os ingredientes.
A última camada dever,á ser de creme, cobrindo, aliás, o doce todo.
Polvilhar chocolate granulado e levar para gelar, até endurecer o creme
posted by marcelo menyon 07:33
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10.9.09
COQUETEL DE AMORAS COM MAÇÃ
COQUETEL DE AMORAS COM MAÇÃ
INGREDIENTES:
1 xícara de chá de framboesa fresca
1 xícara de chá de suco de maçã pronto
1 xícara de chá de gelo picado
1 colher de sopa de açúcar
2 colheres de sopa de creme de leite
Amoras para decorar
MODO DE PREPARO:
Bata tudo no liquidificador por 1 minuto.
Distribua nos copos e decore com as amoras
posted by marcelo menyon 21:29
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8.9.09
MASSA DE PÃO FOLHA (WRAP)
INGREDIENTES:
1/2 kg de farinha de trigo
4 colheres (chá) de sal
4 colheres (chá) de açúcar
6 colheres (sopa) de manteiga
1 tablete (15 g) de fermento biológico
1 clara
MODO DE PREPARO:
Ligue o forno à temperatura alta.
Peneire a farinha na tigela de uma batedeira, junte o sal, o açúcar, 4 colheres (sopa) de manteiga, o fermento, a clara e 1 xícara (chá) de água morna. Bata na velocidade média, até a massa ficar lisa e homogênea. Divida-a em 14 partes (c,om cerca de 60 g cada uma), faça pequena bolas e embrulhe-as com filme plástico. Deixe descansar por 20 minutos.
Em seguida, coloque a massa numa superfície enfarinhada. Abra cada uma das bolas com um cilindro, até obter uma espessura de aproximadamen,te 1 mm e 29 cm de diâmetro. Repita a operação até abrir todas as massas.
posted by marcelo menyon 05:38
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7.9.09
Leonardo Da Vinci - Um grande cozinheiro
Leonardo da Vinci, autor da mais famosa pintura sacra, foi um grande cozinheiro.
A mais famosa representação de 'A Última Ceia' de Jesus Cristo foi pintada por Leonardo da Vinci,
na parede do convento Santa Maria delle Grazie, em Milão.
Há muitos séculos os cristãos jejuam e se abstém de carne na Sexta-feira Santa.
Fazem essa penitência em louvor ao martírio de Jesus.
Os cristãos sempre valorizaram a mesa.
Para eles, a comida reforça o vínculo do homem com o mundo e garante o dom da vida.
O, jejum e a abstinência, portanto, só se justificam como tributo a Deus.
Outra função cristã da comida é estreitar as relações humanas.
Sentado à mesa, anunciando a salvação, Jesus formou sua comunidade.
O Novo Testamento dá a esses banquetes um sentido simbólico e sagrado.
Na última ceia, na véspera de sua morte, Jesus predisse a traição de Judas e instituiu a Eucaristia,
o sacramento no qual ele estaria presente sob as aparências do pão e do vinho, com seu corpo, sangue, alma e divindade.
A ma,is famosa representação desse banquete foi pintada na parede do convento renascentista de Santa Maria delle Grazie,
em Milão, na Itália, por um dos maiores artistas de todos os tempos: Leonardo da Vinci (1452-1519).
Chama-se A Última Ceia e tem mais de 9 metros de largura e 4,20 metros de altura.
Leonardo levou três anos para concluir sua obra-prima.
Mostra o momento em que Jesus diz aos discípulos que será traído por um deles.
Judas aparece com o cotovelo direito sobre a mesa.
O impressionante, efeito dramático da pintura se deve à distribuição das figuras, reunidas em grupos de três - só Jesus, no centro, está isolado -,
pelas suas expressões de espanto, dúvida, indiferença, indignação e amor.
Na Palestina do tempo de Jesus, os alimentos eram, temperados com açafrão, alho, anis, canela, cebola, cominho, cravo, gengibre, gergelim,
louro, manjerona, orégano, noz-moscada e salsa.
O trigo era alimentos importantíssimos, vindos em seguida à cevada.
O pão e o mel tinham grande prestígio.
come-se, também abóbora, agrião, alcachofra, alho-porro, aspargos, couve e salsão frescos.
Alcaparras, azeitonas e pepinos ficavam na salmoura.
Ervilhas, favas e lentilhas eram grãos secos fundamentais.
Serviam para fazer sopa, uma preparação muito difundida.
Os leites de ovelha e cabra eram os mais populares.
O de vaca, raro e caro, destinava-se às pessoas abastadas.
Com o leite se preparava creme, manteiga e queijo.
As carnes principais eram de cordeiro e cabra, assadas na brasa ou cozidas em bebida, vinho ou cerveja.
No século I, o filósofo e historiador grego Plutarco elogiou as romãs e tâmaras de Jericó.
Outras frutas eram abricó, figo, uva e maçã.
A noz tinha o status do nosso bombom.
Mas, no banquete derradeiro, Jesus se limitou a comer com os discípulos alimentos da liturgia judaica: ervas amargas para relembrar o sofrimento que a escravidão causou ao povo hebreu,
pão em memória da fuga do Egito,
pois não havia tempo para a massa levedar, e carne de cordeiro.
Em A Última Ceia, Leonardo ignora esse cardápio e apresenta comidas de seu tempo.
Sobre a mesa, os estudiosos identificam enrolados de pão, purê de nabos e rabanadas de enguia, além de sete copos vazios que poderiam ter contido vinho tinto.
Aliás, as uvas da Palestina deviam ser de qualidade, pois jamais faltou vinho, bebido ali e exportado.
Pouca gente sabe, mas o pintor de A Última Ceia - a imagem sacra mais reproduzida do mundo - também foi um produtor de vinho,
que elaborava com uvas de sua vinha perto de,Milão, e um profissional da cozinha.
Leonardo nasceu em Vinci, a 40 quilômetros de Florença, para onde se transferiu aos 14 anos.
Como desde criança revelasse talento para as artes, o pai mandou-o estudar no ateliê de Andrea Verrocchio, pintor, escultor, matemático e engenheiro de grande prestígio na época.
Para reforçar o orçamento, Leonardo passou a trabalhar como garçom na taberna florentina
Os Três Caracóis, perto da Ponte Vecchio.
O misterioso envenenamento de seus cozinheiros o promoveu a,chef de cozinha.
Nessa função, empenhou-se em simplificar as receitas da época.
Entre outras providências, Leonardo diminuiu as porções, melhorou a apresentação e procurou tornar delicados pratos que, na sua opinião, eram "monstruosos".
Alguns biógrafos sustentam que antecipou em quase cinco séculos o minimalismo preconizado pela Nouvelle Cuisine, lançada na França em 1972.
Quando um incêndio destruiu as instalações de Os Três Caracóis, Leonardo se desligou da taverna,
associou-se a um colega do ateliê de Verrocchio - o também futuro gênio da pintura Sandro Botticelli - e abriu um restaurante.
Mas a casa, batizada com o nome de Taberna das Três Rãs e Sandro e Leonardo, foi um fracasso.
Os clientes se horrorizavam com a excentricidade da comida.,
Um dos pratos se resumia a quatro rabanadas de cenoura que sustentavam uma pequena anchova.
Leonardo tinha 30 anos quando assumiu o posto de Conselheiro de Fortificações e Mestre de Banquetes do Duque de Milão, Ludovico Sforza, "O Mouro".
Ali permaneceu por 17 anos, dedicando-se tanto ao desenvolvimento de equipamentos bizarros, de uso duplo - foi o caso,
por exemplo, de um cortador gigante de agrião que seu patrão transformou em arma de guerra na batalha contra os invasores franceses -, como à arte, culinária.
Leonardo pintou A Última Ceia exatamente nos intervalos desse trabalho.
Um livro de anotações culinárias atribuído a ele e publicado na Itália em 1987,
o Códice Ramanov, assim chamado porque teria permanecido muito tempo com a família imperial russa,
documenta esse período.
Há quem conteste a veracidade da obra.
Os originais do Códice Romanov nunca foram encontrados.
Existe apenas uma cópia feita por um certo Pasquale Pisapia.
Mas o presidente do Círculo Enogastronômico da Itália,, Marino Albinesi, vê nos escritos à mão de Leonardo e lembra que originais de Shakespeare também desapareceram.
Aceitas como autênticas, as anotações do Códice Romanov chegam a ser divertidas.
Para o casamento de Ludovico Sforza com Beatriz d'Este, L,eonardo concebeu um bolo gigante que era uma réplica do palácio do noivo.
Um dia antes da festa nupcial, estava montado no pátio.
Os convidados atravessariam portas de bolo e se sentariam em bancos e mesas que poderiam comer.
A criação de Leonardo, só não levou em conta a possibilidade de um ataque dos ratos de Milão.
Os auxiliares do artista-cozinheiro passaram a noite inteira entregues a uma verdadeira batalha campal.
Ao amanhecer, o cenário era desolador.
Dezenas de homens continuavam afundados no bolo, tentando encontrar os ratos abatidos a pauladas.
O banquete de casamento de Ludovico Sforza aconteceu em outro lugar.
O autor de A Última Ceia foi também um perito em etiqueta.
Na época, as pessoas colocavam a mão na comida.
Nos banquetes de Ludovico Sforza havia coelhos vivos amarrados nos bancos dos convidados.
Serviam para a limpeza das mãos.
O troca-coelhos era um criado respeitado, pois ouvia as conversas da nobreza.
Se os animais não estivessem ali, limpavam-se as mãos, na toalha da mesa ou nas costas do vizinho.
Leonardo criticou esse hábito e o uso de coelhos.
Para substituir os animais, desenvolveu o guardanapo.
Começou a colocar pedaços de pano, para uso individual, na frente dos comensais.
Mas a invenção de,morou a ser aceita.
Pietro Alemani, embaixador de Florença em Milão, relatou a dificuldade de introdução dos guardanapos.
"Ninguém sabia o que fazer com eles", escreveu. “
Alguns se sentaram sobre o pano, outros limparam o nariz com ele (...).
Outros usaram para embrulhar pedaços de carne e guardar nos bolsos.
Ao terminar a refeição a toalha estava tão suja como de hábito”.
O autor de A Última Ceia tinha tanto apreço pela boa mesa que legou metade dos bens a Battista de Villanis, seu cozinhe,iro particular.
O tempo dura o bastante para aqueles que sabem aproveitá-lo.
(Leonardo da Vinci)
posted by marcelo menyon 20:26
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6.9.09
Salada mussarela de búfala recheada
2 mussarelas de búfula
1 colher (chá) de pimenta-do-reino em grãos moída grosseiramente
1 colher ( chá) de mostarda de dijon
4 colher (sopa) de azeite de oliva
2 colher (sopa) de manjericão picado
2 colher (sopa) de alecrim picado
2 colher (chá) de orégano desidratado
1 xícara (sopa) de vinagre balsâmico
½ xícara de azeitonas pretas picadas
½ xícara (chá) de salsinha picada
8 folhas de alface
4 folhas de radicchio
sal
Radicchio: verdura d,e folhas de cor vinho, largamente usada na culinária italiana,
parecido com uma alface crocante, usado em saladas ou cozidos.
Colocar em uma tigela o azeite de oliva, o majericão, a salsinha, o alecrim, o orégano,
as azeitonas, a mostarda, o vin,agre, a pimenta e o sal.
Misturar bem.
Com ajuda de um boleador, retirar o centro das mussarelas, sem perfurar a parte inferior.
Picar a parte retirada e acrescentar ao molho de ervas.
Rechear as cavidades das mussarelas com a metade do molho, de,maneira que fiquem completamente preenchidas.
Reservar. Lavar as folhas de alface e radicchio e dispor em 2 pratos.
Colocar 1 mussarela recheada em cada prato e, por último, regar a salada com o restante do molho.
posted by marcelo menyon 09:16
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1.9.09
posted by marcelo menyon 20:46
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